BC Foto Festival 2016

BC Foto Festival 2016

Confira aqui tudo que rolou no Festival de 2016.

Palestras

 

Foto Documental e a Produção de Livros no Brasil

Por VALDEMIR CUNHA

Estúdio em 2 minutos

Por RENATO ROCHA MIRANDA

Quem é Autor em Artes Visuais?

Por MARCELO PRETTO

Fotografia como estratégia de encontro

Por ALEXANDRE SEQUEIRA

Sombras Secas – Uma cidade interior

Por MARCELO GRECO

O fotojornalismo e sua temporalidade.

Por ALAN MARQUES

Oficinas

O Livro como Espaço Expositivo Autoral

Por MARCELO GRECO

Altas luzes e densas sombras

Por RENATO ROCHA MIRANDA

Light Painting – Pintando com a Luz

Por LILIAN BARBON

Fotografia Still

Por LEONEL TEDESCO

Pinhole – Fotografia com Latas

Por LÚ RENATA

Olhar Viajante

Por VALDEMIR CUNHA

Elaboração de Projetos

Por BIA MATTAR

Conservação Preventiva de Acervos Fotográficos

Por LILIAN FERNANDA MARTINS

A fotografia como ferramenta de pesquisa, preservação e difusão do patrimônio cultural

Por NÚCLEO CATARINENSE DE FOTOGRAFIA

KOMBInacomFOTO

Por FELIPE COLVARA

Exposições

Local Horário Tema
Galeria municipal de Artes 13h – 19h ÁGUA / VALDEMIR CUNHA
SOBRE ÁRVORES SECAS E ÁRVORES MORTAS / BETINHA TREVISAN
Bar Mercado Pirata 20h – 02h ORGIA ÁCIDA PARA OLHOS NÚS / JOÃO GABRIEL MONTEIRO E VINÍCIUS DE OLIVEIRA (CAPITÃO)
SESC 09h – 19h SAL, SOL LÁ ONDE CAMBA O RIO / LEONEL TEDESCO
Passeio São Miguel 14h – 00h INTERVENÇÃO URBANA / COLETIVA FLORIPA NA FOTO
Praça Almirante Tamandaré 24 horas MEIO HOMEM, MEIO TERRA – CONEXÕES / CONVOCATÓRIA DE ARTISTAS
Galeria de Vidro
anexo a Biblioteca
Municipal
 9h – 18h MÃE É MÃE / FERNANDA ARRUDA
Atlântico Shopping  11h – 22h NARUVOTU – DE VOLTA A ORIGEM / LEONARDO HENRIQUE
Balneário Shopping  11h – 22h SOB A BENÇÃO DOS MAIAS / VANESSA ALVES
Cassia Acosta Art Gallery
Passeio São Miguel
 14h – 22h INFRAVERMELHO – UM TEMPO INVISÍVEL / RODOLFO GUIMARÃES
Passeio São Miguel
SALA 02
 14h – 22h INTERMITÊNCIAS / NÚCLEO DE ESTUDOS FOTOGRAFIA E ARTE – NEFA

Descrições das Exposições

Mãe é Mãe – Adoção: Um ato de amor e cidadania

Fernanda Arruda

Impossível negar a crise ética e moral que a sociedade contemporânea
 vem vivendo. Diante desse cenário,
 a família tem papel fundamental como a primeira responsável pela formação e educação dos cidadãos. Hoje, a organização familiar mudou, ganhando novos arranjos, mais independente do modelo, a família ainda é um dos pilares da sociedade.

Com imagens e pequenos depoimentos o projeto vai mostrar 20 mulheres da região que romperam as barreiras do medo e do preconceito para dar a luz a belas famílias que fazem coro com outras 4.000 Brasil afora.

Meio Homem, Meio Terra – Conexões

Convocatória de artistas

O homem na condição de sapiens. A terra como genitora do alimento.
Uma conexão explode no que chamamos: VIDA!

A natureza, o ambiente, nos proporcionando meios de sobre- vivência…
De contemplação do belo.

Cada homem, ao seu ver, na individualidade do piscar…
Do clique a registrar.
Diante das oportunidades, nos deparamos com as in nitas possi- bilidades…

Do simples ao extraordinário! Depende daquele, que, aplicando seus dons, suas técnicas e suas perspectivas, consegue vislumbrar aquilo que mais preciosos temos: a dádiva de contemplar.

Na liberdade, no despertar de sua imaginação…
Na permissão da natureza…
Nos deparamos com a arte!

Sobre Árvores Mortas e Árvores Secas

Betinha Trevisan

Ao observar a paisagem, Betinha Trevisan cria o seu discurso sobre árvores mortas e árvores secas.

Percebendo o grafismo das árvores mortas e das árvores secas em meio ao verde, a artista propõe o argumento sobre possibilidade de olhar para estas árvores, como potência de vida.

Algumas foram observadas em diferentes momentos, como uma espécie de exercício aos moldes dos pintores impressionistas, que pesquisavam a mesma cena em diferentes estações e horas do dia.

Para nos apresentar sua leitura, Betinha utiliza a fotografia e a pintura, dois meios que aparentemente tem modos claramente distintos, mas que, aqui, apresentam-se como linguagens de um mesmo processo.

A fotografia, exercício do olhar, rememora um momento de observação, cria um recorte interpretativo, mas não tem qualquer função de apresentar verossimilhança ou veracidade. A pintura, por sua vez, destaca o grafismo dos galhos secos com cores luminosas, potencializando contornos e contrastes que tornam cada imagem única como uma experiência.

Se as árvores secas são a renovação para a próxima estação e as árvores mortas abrigo para tantas formas de vida, em cada imagem desta exposição elas se tornam figura e personagem destacadas em suas fisionomias.

Lucila Horn

Orgia Ácida Para Olhos Nús

João Gabriel Monteiro e Vinícius de Oliveira

Bateu. E quando bate é assim. Bate porque mexe, porque sai do lugar e entrou em conflito. Se bateu é porque algum estalo estalou, outra porta se abriu e até uma nova cor é um outro sabor que surgiu. Quando bate assim, bate também um outro jeito de olhar. Com os ouvidos, com a boca, com o tato e com tudo aquele que bate no peito da gente e faz esse lado da gente imaginar. E bate o que é bom, e bate o bonito e o feio. Mas é bonito? Ou é feio? O importante é que bata, toc toc toc. E bum! Que exploda. E que se explodam nossas certezas, nossos conceitos e nossas tão frágeis verdades. Quando bate é assim. Ninguém sabe no que vai dar. Ninguém sabe a cor e o gosto que vêm. Mas sempre dá em algum lugar. Um outro lugar, para assistirmos com outros olhares. Nesse lugar feito para enxergar o que se sente, pra tocar o que se vê. Um lugar para desobedecer as demandas e as ideias que já se tem, e enxergar e sentir e se entregar à viagem que só uma Orgia Ácida Para Olhos Nus pode proporcionar. Quando bate é assim. Deixa bater.

Infra Vermelho – Um tempo invisível

Rodolfo Guimarães

Passamos pela vida como passamos pelas ruas e lugares, na busca acelerada pelo amanhã que está no imaginário, que encobre o presente até ficar invisível, imperceptível.

Não temos tempo a perder, não somos mais tão jovens.

O artista dispõe de seu tempo em longas exposições para captar o imperceptível a olho nu, imperceptível ao coração. Ele revela em suas imagens oníricas a possibilidade de enxergarmos o invisível  quando  paramos de caminhar e olhamos ao nosso redor.

Exposição Fotográfica Água

Valdemir Cunha

O livro Água, de Valdemir Cunha – um dos principais fotógrafos documentaristas de meio ambiente e natureza do Brasil revela como o brasileiro lida com a água em seu cotidiano.

Esta exposição é parte do livro o qual é dividido em dois capítulos. O primeiro, com texto do jornalista Xavier Bartaburu, traça o panorama atual da situação da água no Brasil e situa o país no contexto mundial e histórico.O segundo apresenta um vasto ensaio fotográfico produzido por Cunha ao longo dos últimos cinco anos.

A exposição alertar para a necessidade do uso consciente dos recursos hídricos e para a urgência de cuidarmos de nossas bacias hidrográficas.

Naruvotu – De volta a origem

Leonardo Henrique

As foto dessa exposição foram capitadas pelo fotógrafo Leonardo Henrique durante a expedição realizada em abril de 2015, na fronteira ao sul do parque indígena do Xingu nas aldeias Tangurinho e Kuluene, município de Canarana – MT com um dos objetivos a documentação fotográfica, histórica e iconográfica do retorno da etinia Naruvotu aa suas terras ancestrais, o “Pequizal do Naruvotu”.

Sob a benção dos Maias

Vanessa Alves

A exposição fotográfica Sob a benção dos Maias traz em suas imagens um pouco do olhar sensível e experiencial da fotógrafa Vanessa Alves sobre as suas impressões de viagem ao mundo dos Maias.

Numa proposta que aborda essa cultura não somente pelo viés de um olhar estrangeiro mas também pela busca de semelhanças e reconhecimentos, é que esse trabalho se torna rico, uma vez que, através de fotografias, muitas outras vivencias nos são propostas pela fotógrafa, como cheiros, sons, gostos e um embate direto entre passado e presente, cultura, futuro e tradição.

Muitas imagens surgiram somente após um contato verdadeiro entre a fotógrafa e seus personagens, que depois de conhecê-los e partilhar boas conversas, refeições e amizade é que o registro se fez possível e interessante. E assim nessa busca por uma identidade legitimamente latina é que a exposição Sob a benção dos Maias propõe esse recorte fotográfico de uma das culturas formadoras dessa América.

Sal, sol, lá onde camba o rio

Leonel Tedesco

Esta exposição fotográfica, trás um olhar realista na abordagem da história dos pescadores pelas chagas de suas peles, que nos provoca à reflexão sobre a memória, os costumes, os saberes e o impacto do desenvolvimento da cidade na tradição da pesca artesanal.

Intermitências

Nefa – Núcleo de estudos Fotografia e Arte.

A mostra que acontece no Passeio São Miguel traz trabalhos de dez participantes do Núcleo de Estudos Fotografia e Arte – NEFA, criado em 2014 com a finalidade de agregar pessoas interessadas em estudar e desenvolver trabalhos relacionados à fotografia no campo da arte.

Com orientação de Lucila Horn e Lu Renata, os participantes apresentam imagens que falam de um entre, como uma espécie de tempo em suspenso, espaço para respirar de um mergulho profundo.

As imagens trazem questionamentos sobre a diluição necessária para adensar a interpretação, desfazendo-se das peles mortas para renovar-se.

Intermitência; interrupção momentânea; intervalo. Deixar-se abandonar como pausa e latência.

Participantes: Ana Sabiá, Betinha Trevisan, Denise Maria Espindola, Dirce Körbes, Joyce Mussi, Luis Paganelli, Maria Helena Schwengber, Maria Luiza Simas Sumienski, Ronaldo Azambuja, Soninha Vill.